Obra formiguinha: Favela

 

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A autoconstrução é a realidade de parte das nossas cidades ou a grande maioria delas. As favelas são retratas em sambas que mostram a lutas das pessoas por um espaço urbano. No Brasil anos se passaram desde a maloca e a opinião de Nara. O quadro continua e só piora.

Dá pra ver que são dois mundos diferentes, mas que compartilham semelhanças. A Auto construção é rápida, ela é construída de maneira muito improvisada e aos poucos vai ganhando cara de lar. Sim porque afinal a favela é o lar para algumas pessoas. De tijolo em tijolo as casas vão surgindo, sempre com lajes de concreto e telhado leve para quando a casa ficar pequena, a casa cresce pra cima, tira o telhado, chama uns amigos e começam a assentar os tijolos. Mas são obras formiguinhas, durantes os final de semana e quando dá pra comprar uns tijolos. As pessoas se ajudam. Coisa que na cidade formal não existe.

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Fonte:https://en.wikipedia.org/wiki/Favela

Os laços da favela são mais fortes, pois a vida de bairro ainda está presente ali. Mesmo que todo o restante falte, todo mesmo. Depois de subir as paredes, instalasse as janelas que estiverem a mão, cobra com o telhado e pronto a casa esta pronta. A maioria das casas não tem revestimento.

Primeiro se tem a casa e depois se cria o lar, ao poucos e bem lentamente. Mesmo assim se gasta mais do que deveria, se ao menos o arquiteto conseguisse chegar aonde precisa as casas teriam mais conforto, principalmente nas cozinhas e banheiros, as áreas mais caras de uma casa.

Inserir o arquiteto nesse complicado sistema de auto construção das favelas é essencial para se construir com mais qualidade, sem que a casa do vizinho não tampe a janela da sala. Sem que o banheiro não tenha água parada por falta de caimento do piso ou se a casa não esta abaixo do nível da rua.

Acredite, nós arquitetos, podemos ajudar e tentar minimizar os problemas das favelas, pois de casa em casa se muda uma cidade, mas é preciso além de melhor a casa é preciso melhorar a rua, praças e escolas e evitar para que quando chova a pessoa não perca a sua casa e seus bens. Não é porque as pessoas constroem as próprias casas que ela tem que ser ruim, como já disse a autoconstrução é boa pois a pessoa, no fundo, está construindo um lar.

Arquitetura: Para além da profissão

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Esse texto pode parecer um pouco ingênuo, mas Arquitetura é muito além do que uma profissão. O arquiteto urbanista cria espaço e cidades para as pessoas. Portanto para  produzir algo para alguém seja uma casa, um bolo, uma roupa é preciso entender  as pessoas, e consequentemente a vida.
A arquitetura está em todos os lugares, numa mesa de bar com os amigos, uma exibição de arte em algum museu, no encontro entre namorados nas praças e foi por esse mundo  que eu me apaixonei e incorporei na minha vida pessoal. A arquitetura e  a cidade compõem esse espaço, esse só corpo que nos envolve. Perceba que  uma pessoa antes de entrar no curso de arquitetura urbanismo fala sobre diversos, depois  que esta pessoa entra no curso não consegue  falar de outra coisa senão  sobre arquitetura e urbanismo.
O curso por si só te abre uma janela de possibilidades de  conhecimentos  de matemática ( não se descabelem) até história da arte. Lidamos com espaços nas mais várias escalas, desde uma Cadeira até a Cidade, de C á C.  Isso não signifique que na nossa vida profissional iremos realizar tudo que  vimos e aprendemos na universidade de arquitetura, o curso ele te lança possibilidades e cabe ao estudante correr atrás.
Tal como na vida , temos que correr atrás das coisas que queremos. Lidar com  o ofício de criar espaços é algo incrível, pois criamos, de certa forma, vida.  Ou pelo menos uma vida em potencial, com suas características próprias, assim são os nossos projetos.
Pode parecer clichê, mas como diria Clarice Lispector: “Ser bobo  é uma criatividade e  como toda criação é difícil”. Tal como a arquitetura. Já que passamos horas intermináveis criando espaços e  cidades.  Mas para criar espaços de fatos, é preciso viver! Ter experiências, se perder no mundo, seja sozinho ou na companhia de boas amizades. Isso torna a vida mais leve, mais serena, não é a toa que arquitetos envelhecem mais e ficam todos, bem velhinhos. Essas pessoas serão não só experientes na vida mas também na arquitetura. Cá entre nós, bem no fundo arquitetura e vida são uma coisa só, na vida de quem está apaixonado pela arquitetura e sua cidade.
Lembre-se de que, uma boa cidade, um bom lugar  sempre é repleto de pessoas. Se caminhar pelas famosas cidades do mundo como Paris, Londres, Lisboa irá perceber que a arquitetura está presente em cada uma dessas cidades à sua maneira. Cada lugar é único e assim deve ser, somos em alguma medida, diferentes umas das outras e isso reflete na arquitetura. Portanto crie espaços pensando nisso, levando em conta sempre o essencial: A vida de todas as pessoas.
Eu disse que esse texto podia parecer um pouco ingênuo, não disse?
Um abraço e  roger that! \o.

Para saber mais acesse: https://goo.gl/jmwY7q

Rogério Guimarães Misk Filho.
Arquiteto Urbanista.

O tal TFG

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O TFG ( Trabalho final de graduação) é o trabalho que permite o fechamento da graduação. É o trabalho que te qualifica como arquiteto e urbanista e te torna apto para exercer a profissão, caso dê tudo certo.

Infelizmente um semestre é pouco tempo para desenvolver um projeto completo, um verdadeiro desafio. O aluno sempre espera fazer um bom projeto, afinal é o último projeto da faculdade. O trabalho de graduação nada mais é do que uma oportunidade de colocar à prova, tudo o que você absorveu no decorrer de toda a graduação. Desde a implantação bem feita, noções de plástica e até noções básicas de estruturas. O TFG te define como arquiteto urbanista. É um passo muito grande.
Um aspecto interessante desse trabalho é que o aluno tem liberdade para escrever uma proposta de projeto e justificar para o tema escolhido. Portanto é de responsabilidade exclusivamente dele. Acredito que para um bom trabalho, o aluno escolha um tema em que haja maior intimidade, o que não significa que será mais fácil. O aluno tem a oportunidade de realizar um pequeno ensaio sobre o caminho profissional que ele pretende traçar.
Digo por experiência própria, de recém-formado, quanto mais conhecimento e experiência se adquirem ao longo da graduação, melhor para o TFG. Assim o aluno tem mais segurança para defender o seu trabalho final. Portanto, utilize de todas as ferramentas possíveis: Maquete, desenhos a mão, croquis, livros, teses, programas 3D. Quanto mais ferramentas estiverem à mão, melhor será para o desenvolvimento de um bom trabalho. Lembrando que o trabalho final não se resume a entrega de um projeto, mas sim de  um conjunto composto  de projeto, monografia e apresentação consistente.
Mesmo que o trabalho final tenha toda essa carga simbólica sobre os ombros dos estudantes de arquitetura, é muito gratificante realizar um projeto em que o aluno realmente acredita e defende . Caro leitor, acredite quando eu digo que o TFG não é para amadores, para aqueles alunos que empurraram o curso com a barriga. Afinal arquitetura não é simplesmente uma profissão, mas uma parte da sua vida. Você seria capaz de negligenciar uma parte dela?
É como eu sempre ouvi, durante toda a minha faculdade: “No final tudo sempre dá certo”. No meu caso eu tive que perder várias noites de sono no último mês do semestre, mas sai muito satisfeito da minha banca. Agora sou arquiteto urbanista e tenho novas batalhas para travar, com muito entusiasmo e determinação. Eu que não será fácil, mas o que é fácil nessa vida?

Venho aqui fazer um convite de uma live que acontecerá no meu canal  no dia 08 de julho, sexta feira as 20hs. Nessa live, ao vivo, irei reapresentar meu TFG para quem tiver interesse. Caso não possa estar presente, não se preocupe o vídeo estará disponível no canal, quando a live for finalizada. Segue o link para o canal: https://goo.gl/vA5A1c

Um abraço e  roger that! \o.
Para saber mais acesse:  https://goo.gl/5M360P

Rogério Guimarães Misk Filho.
Arquiteto Urbanista.

O AutoCAD realmente está obsoleto?

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Mesmo na faculdade, todo estudante de arquitetura já passou horas fazendo projetos no Auto CAD. São várias e várias noites de sono perdidas. Principalmente quando as entregas se acumulem no final do semestre ou você seja um aluno dedicado e queira fazer o projeto da  maneira mais completa possível. Praticamente é inevitável perder algumas horas de sono. Infelizmente essa mesma situação se repete na vida profissional.
Fazer um projeto arquitetônico não é uma tarefa fácil, os leigos em arquitetura podem pensar que as plantas são somente um simples desenho, mas não é somente um desenho. É a representação de um espaço, que poderá ser construído.
Um projeto segue uma série de regras específicas, ele deve ser executado da maneira correta. Representar projetos se assemelha a matemática: é igual em todo o mundo. O desenho arquitetônico é uma linguagem praticamente universal.
Aqui no Brasil para representar nossos projetos é comum usar o programa AutoCAD . Quando tal programa veio para o Brasil no início dos anos 90, este  prometeu ser uma inovação. Um programa de desenho incrivelmente rápido para os arquitetos realizem seus projetos e abandonem a régua T , prancheta e compasso.  A questão é que depois de mais de duas décadas, ainda perdemos muito tempo no AutoCAD.
Talvez seja, por falta de planejamento do nosso tempo, nós arquitetos somos péssimos nessa questão. Mas acredito que tenha outro fator. A maneira como representamos e  apesentamos um projeto mudou. Antigamente era uma maquete, junto com as plantas, hoje são as plantas com as maquetes eletrônicas, feitas em programas 3D, as maquetes eletrônicas estão cada vez mais se aproximando da realidade. Aí está o ponto fraco do programa AutoCAD, ele somente representa linhas e seu 3D é pouco expressivo, o AutoCAD perdeu espaço. Mesmo que ele nos tenha sido útil no passado, até hoje inclusive, é um programa em que é preciso desenhar tudo do zero. O AutoCAD nada mais é do que uma folha de papel digital.
Hoje tudo muda de maneira tão rápida e frenética, onde a eficiência tem sua importância. Fica claro que dentro de alguns anos, o AutoCAD será substituído por programas BIM. Essa mudança já tem acontecido por parte de algumas empresas, visto que os programas que utilizam a plataforma BIM criam desenhos técnicos e maquetes eletrônicas em um mesmo arquivo.
Mesmo que escritórios de arquitetura e  faculdades de arquitetura, por todo o país, utilizam o CAD no seu  dia a dia, a mudança para o Bim é algo inevitável. Resta saber se  conseguiremos usar todo o potencial de programas como REVIT a nosso favor, e não somente utilizá-lo como um Sketch up 2.0. Talvez assim possamos ter mais noites de sono e ter mais qualidade de vida e tempo para nós mesmos.
Para saber mais acesse: https://youtu.be/okY14YBwRx4

Arquiteto Urbanista.
Rogério Guimarães Misk Filho.

O cotidiano do curso de arquitetura

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O curso de arquitetura é o sonho de muitas pessoas. Acreditam que vão entrar no curso e ser o próximo Oscar Niemeyer. Acreditem… Eu entrei pensamento, ai de mim. Por sorte eu acreditava que estava no curso certo, então entrei com muita vontade de aprender e com amente aberta. Algo normal para quem é estudante de arquitetura.

O que não te contam é que arquitetura é coisa muito séria, não somente um desenho. O desenho na verdade é uma mera ferramenta para projetar, ele não é o fim, mas um meio de projetar. No curso aprendi a projetar respeitando o terreno,  as condições de solo, ventilação , insolação, ao passado, mas principalmente ao homem. Afinal as cidades são  habitadas por pessoas e não automóveis. De qualquer forma, projetar  exige muito tempo, dedicação e esforço.

As aulas de projetos  muitas vezes são feitas em grupos. Isso é feito com o propósito de criar um debate de ideias e não uma batalha de egos entre meio- arquitetos.  Muitas vezes alguém tem que ceder parte de  ideia e misturar a sua ideia com a do seu colega, portanto não é um projeto azul,  nem vermelho, mas sim uma projeto roxo.

Uma das maiores dores de cabeça que sofro no curso, e acredito que essa dor de cabeça  seja coletiva,  são as orientações dos professores.  Eles dão sugestões ao seu projeto que acabam modificando  o todo . Mas acredite, a dor de cabeça vale a pena. Um projeto não nasce pronto ele é moldado ao longo do semestre, nisso acabamos aprendendo  o que pode tornar nossos projetos melhores. Admito que as vezes me apeguei muito a  ideia inicial do meu projeto, o que acabou tornando  as orientações numa verdadeira batalha. É preciso saber ouvir, testar e debater junto  com os professores,  para  assim o projeto evoluir.

Durante esse processo de vai e vem com os projetos, acabei virando noites pesquisando em livros, sites  e principalmente alterando o projeto no AUTOCAD. Torcendo para que não desse FATAL ERROR. Isso sim é uma baita dor de cabeça. Então calouro se quer um conselho… Estude bastante, busque por projetos e arquitetos  para manter a criatividade afiada, ouça o seu professor e teste  as mudanças que ele propôs  e qualquer outra que vier a cabeça, pois isso mostra compromisso com o projeto. Mas principalmente sempre salve o AUTOCAD de preferência a cada 5 minutos.

No final sempre há certa afobação e correria, mas sempre dá tempo. Não se preocupe, seja com projetos ou maquetes tudo dá certo no final, mas não se esqueça de se esforçar. Afinal precisamos de bons arquitetos  e não de arquitetos meia boca. Espero que tenham gostado do texto. Para mais informações acesse:https://goo.gl/XYp2pO
Um abraço e Roger that!\o.

Pritzer 2016: uma esperança para a habitação social

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O arquiteto Alejandro Aravena

Todo ano nessa mesma época, enquanto a maioria dos estudantes de arquitetura está curtindo as férias, ocorre a premiação  do Pritzer, considerado o Nobel da arquitetura. A partir de uma avaliação de uma banca formada por arquitetos de relevância mundial, um arquiteto, dentre vários outros escolhidos pelos jurados, torna-se o vencedor do prêmio.

Em 2016, para minha felicidade pessoal, o escolhido foi Alejandro Aravena.  Aravena é  um arquiteto focado na habitação social e em projetos institucionais. Seus projetos refletem um discurso que faz parte da minha motivação para me tornar arquiteto urbanista. Os projetos de Aravena são produzidos de maneira realista, de modo que o consumidor final, o morador, é um agente ativo do projeto. As soluções arquitetônicas formam uma base para que as pessoas ocupem o espaço  da maneira mais conveniente.

Afinal cada família tem  necessidades específicas, tais como a adição de um quarto, a ampliação de uma sala ou a possibilidade de se ter um local de trabalho dentro de casa, um escritório. Todas estas escolhas são realizadas pelo próprio morador, já que a base formada permite expansões.

O modo com que os projetos de Aravena são realizados vai contra o fluxo do restante dos projetos habitacionais, visto que a maioria dos projetos já é pronta, engessada, monótona e ignora a forma de vida das pessoas carentes. Estas que, em nosso país, em grande parte, moram em favelas precárias.

O arquiteto não deve ser mais aquele profissional  que, por meio do espaço  construído, controla toda a vida das pessoas. Aravena  deixa espaço  para ser preenchido com  vida e o mundo reconhece isso. Necessitamos de mais arquitetos assim e é preciso pensar que um bom projeto  não necessariamente  sai caro. Por isso, penso em projetar para o bem estar das pessoas e não impor um modo de vida que não cabe a elas.

Os projetos como os de Aravena se tornam entidades vivas e formam uma paisagem estimulante, por meio da autoconstrução. Portanto, dou todo o meu apoio a essa prática, que retrata  o cotidiano  das pessoas. Um abraço e Roger that! \ o.

Rogério Guimarães Misk Filho

Acesse também o canal do ARQmente no youtube: https://goo.gl/V9oJj9

Um pouco mais sobre: paisagismo

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Nossas cidades sumiram o verde em pleno século XXI, onde mais da metade da população é urbana o desafio ecológico é grande.  No Brasil cerca de 80% da nossa população vive nas cidades sendo que na década de  1940 esse percentual era somente de 20 %.  A mudança desde quadro ocorre em menos de 60 anos já na virada para o século XXI. Isso trouxe um inchaço para as cidades que hoje estão muito populosas e com sérios problemas ambientais.

Enquanto os grandes líderes do mundo firmam e discutem um acordo em Paris com relação às mudanças climáticas que por sinal se encerra no dia de hoje ( 11/12), Eu cá no Brasil não posso desistir das cidades. Há uma tendência global de tornar as cidades mais sustentáveis  com a implantação de meios de transportes menos poluentes e integrados ou então a redescoberta do Rio enquanto parte viva de uma cidade. Claro que isso tem haver com árvores.
Umas das principais questões no meio urbano enfatizam o tempo gasto com a mobilidade, as ilhas de calor, a emissão de poluentes e principalmente o uso que destinamos para os nossos rios: escoamento de esgoto.

Todas essas questões passam pela implantação de mais áreas verdes nas cidades, não devemos e não podemos desistir das cidades, pois ampliar a malha urbana é um erro que deve permanecer no passado.  Nova York  tem ido de encontro a essa tendência  de criação de novas áreas verdes e abertura de espaços públicos para o pedestre.

Como mesmo disse um projeto paisagístico só é bonito quando complementa outros projetos,  compondo sua casa, seu edifício, sua cidade. Portanto abrir espaços públicos, alinhados ao plantio de espécies nós dá um vislumbre de um futuro melhor. A cidade muda numa velocidade lenta, sua parte física é lenta mas tanto as pessoas quanto a natureza são duas coisas frenéticas porque são entidades vivas e portanto estão em eterno ciclo de mudança.
São esses tipos de coisas e tornam nossas cidades mais bonitas e agradáveis.

Hoje acredito eu, que estamos em um ponto de virada , pois não há mais como reiniciar é preciso consertar as coisas para termos um futuro. Mas as mudanças devem ser feitas com responsabilidade e plantar uma árvore talvez seja um primeiro passo para plantar a semente de um futuro possível.  Para agir com responsabilidade é preciso olhar o passado e aprender com mestres como Burle Marx e Rosa Kilass.
PUC Minas
Rogério Guimarães Misk Filho.

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